sábado, 2 de abril de 2011

Sonhos

Uma noite
Dois sonhos
Um intervalo entre eles
Dois fantasmas
Rondam soturnos
Espreitam na escuridão
Entorpecem e confundem
Sonhos estranhos
Realidades difusas
Mente perturbada
À busca da chave
Da porta de saída
Tentando soltar os nós
Despir o véu dos olhos
Confusão instaurada
Fantasmas entram sem ser convidados
Prenúncio?
Desejo contido?
Foram só sonhos
Sonhos... estranhos sonhos...

Um comentário:

  1. D+,
    esse poema me lembra as minhas noites...Vivo tendo sonhos assim...
    Parabens pelo blog...Ah, e continue postando..
    Bye.

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